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Livro:
A arte na educação escolar

Autor(es):
Maria Felisminda de Rezende e Fusari e Maria Heloísa Corrêa de Toledo Ferraz

Editora:
Cortez

N° páginas:
151

Valor:
R$ 17,00

28.9.2001
História e prática no ensino da arte
Thais Helena dos Santos, da Agência EducaBrasil

Oferecer subsídios para repensar o processo de ensino e aprendizagem da arte na escola. Esse é o objetivo do livro Arte na educação escolar, editado pela Cortez, que apresenta elementos para a fundamentação e desenvolvimento do trabalho artístico em sala de aula. O trabalho, desenvolvido pelas professoras Maria Rezende e Fusari, doutora na área de televisão e vídeo na formação de educadores, e Maria Heloísa Ferraz, doutora em Artes, foi organizado em três partes que se articulam entre si.

Num primeiro momento, as autoras verificam as evoluções da disciplina no currículo escolar, situando o ensino da arte num processo histórico de tendência idealista-liberal, desde a pedagogia tradicional, com origens no século XIX, passando pela Escola Nova, que chega ao Brasil por volta de 1930, até a corrente tecnicista, que foi introduzida entre 1960 e 1970 nas escolas brasileiras. As aulas de arte, frisam as professoras, apresentam atualmente influências das três pedagogias: tradicional, novista e tecnicista. “Acreditamos que o conhecimento dos principais aspectos pedagógicos, ideológicos e filosóficos que marcam o ensino-aprendizagem de Arte, pode auxiliar o professor a entender as raízes de suas ações, bem como o seu próprio processo de formação”, esclarecem no livro. Elas também montam um quadro histórico da tendência realista-progressista, com idéias de Paulo Freire, Célestin Frenet, dentre outros.

Na segunda parte da obra, aborda-se as bases para um saber arte e saber ser professor de arte. O objetivo é tratar da questão: o que é ser um docente nessa área? “É atuar através de uma pedagogia mais realista e mais progressista, que aproxime os estudantes do legado cultural e artístico da humanidade, permitindo, assim, que tenham conhecimento dos aspectos mais significativos de nossa cultura, em suas diversas manifestações”. Além desse ofício, segundo as autoras, os professores também precisam aprofundar os estudos no saber estético e artístico. Ou seja, “os estudantes têm o direito de contar com professores que estudem e saibam arte vinculada à vida pessoal, regional, nacional e internacional”.

A sugestão de um programa de curso é tratada no último capítulo, com ênfase nas Artes Visuais, na Teoria da Arte e História da Arte. Começam abordando conteúdos, métodos e procedimentos escolares. Depois, recomendam unidades de estudos como ponto de partida para a elaboração de cursos em diferentes realidades escolares.

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